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Deltan Dallagnol e Filipe Barros, eleitos senadores pelo Paraná, propõem 'reforma do Judiciário' e 'impeachment de ministro' em 2027

Paraná escolhe Filipe Barros e Deltan Dallagnol para o Senado Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL), eleitos como senadores pelo Paraná, deram entrevis...

Deltan Dallagnol e Filipe Barros, eleitos senadores pelo Paraná, propõem 'reforma do Judiciário' e 'impeachment de ministro' em 2027
Deltan Dallagnol e Filipe Barros, eleitos senadores pelo Paraná, propõem 'reforma do Judiciário' e 'impeachment de ministro' em 2027 (Foto: Reprodução)

Paraná escolhe Filipe Barros e Deltan Dallagnol para o Senado Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL), eleitos como senadores pelo Paraná, deram entrevista nesta segunda-feira (5) ao Meio-Dia Paraná, da RPC, afiliada da TV Globo. Entre as primeiras propostas que pretendem apresentar ao Senado após a posse, está uma PEC para reforma do Judiciário e o impeachment de "um ministro" do Supremo Tribunal Federal (STF). “Nós não podemos continuar permitindo que o Judiciário abuse das suas prerrogativas. É importante a gente saber que isso traz prejuízo para todos nós", explicou Filipe Barros. Deltan Dallagnol ainda disse que a ideia é fazer o “primeiro impeachment constitucional de um ministro do Supremo”. Ele, no entanto, não mencionou o nome do ministro que seria alvo do processo. “Não é vingança, não é retaliação, é restabelecer a ordem e a justiça no nosso país”, argumentou Dallagnol. ✅ Siga o canal do g1 Paraná no WhatsApp Dallagnol também afirmou que as decisões da Justiça Eleitoral sobre sua candidatura nas 48 horas antes das eleições foram “arbitrárias e abusivas” e que alguns ministros temem que os senadores eleitos sejam favoráveis aos impeachments. Segundo ele, foi uma tentativa de “lutar pela própria sobrevivência”. Entenda o caso abaixo: 🔍O Tribunal Superior Eleitoral chegou a indeferir e, horas depois, manteve a candidatura de Dallagnol, em série de decisões individuais dos ministros. O plenário do Tribunal ainda vai decidir sobre condenação de Dallagnol em um caso de fraude à Lei da Ficha Limpa em 2023, que pode declará-lo inelegível. Nesse cenário, o estado teria novas eleições para o Senado. Clique aqui e leia a matéria completa. LEIA MAIS: Deputados estaduais eleitos no Paraná: veja a composição da Assembleia Legislativa a partir de 2027 Paranaenses renovam metade da bancada federal; PT e PL têm o maior número de representantes Deltan Dallagnol e Filipe Barros em entrevista à RPC. Foto: Reprodução/RPC O que esperar do mandato de Deltan Dallagnol Dallagnol frisou o combate à corrupção, uma das pautas que mais defendeu durante a campanha eleitoral, além do combate ao crime organizado e ao abuso sexual. “Nós precisamos retomar o combate à corrupção. Nós não temos mais prisão em 2ª instância; nós precisamos restabelecer, vale para todos os crimes; acabar com essa figura hedionda que é o foro privilegiado, como se tivessem castas no Brasil. Nós precisamos restabelecer um crime, um ilícito de enriquecimento ilícito do agente público”, disse Dallagnol. O senador eleito também frisou o endurecimento de penas para crimes graves, em especial a violência e abuso sexual, e defendeu a “castração química para pedófilos”. Disse também que vai lutar para trazer recursos para o Paraná. O que esperar do mandato de Filipe Barros Barros explicou que, logo no início do mandato, vai auxiliar na fiscalização dos serviços prestados pela Copel e no andamento das obras das rodovias sob concessão no estado. “Estaremos lá cobrando da Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica], cobrando da Copel, que resolva definitivamente o problema da energia. Um outro assunto que a gente não pode esquecer é o pedágio, essa concessão dos pedágios que foi feita pelo Governo Federal em parceria com o Governo Estadual. E se foi feita com o Governo Federal, é função dos senadores fiscalizarem as concessionárias para que elas entreguem as obras em dia”, disse ele. Assista aos vídeos do g1 Paraná:

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